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BATERIA É MAIS EXIGIDA NOS MESES FRIOS
Outros fatores, além do frio, podem exigir mais da bateria, reduzindo sua durabilidade...

Bateria é mais exigida nos meses frios

A Bateria pode durar de três a quatro anos. Uma das recomendações é não ligar nada diretamente nela a não ser os cabos normais para evitar curto-circuito.

A bateria, reservatório de energia elétrica que fornece e retém corrente contínua devido a reações químicas no seu interior, pode arriar nessa época do ano. De acordo com Guilherme Fernandes, gerente de produto da ACDelco, com a queda de temperatura, o óleo do motor fica mais viscoso (grosso), exigindo uma corrente mais alta para dar a partida no veículo. Além disso, no frio, diminui a capacidade de corrente de partida por causa das reações elétricas que ocorrem dentro da bateria. Conseqüentemente, há o aumento de vendas nos meses de inverno, em torno de 10% em relação aos outros meses, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Mas outros fatores, além do frio, podem exigir mais da bateria, reduzindo sua durabilidade.

A sofisticação dos veículos com equipamentos eletrônicos como alarmes e módulos de potência de som, todos constantemente alimentados, pode sobrecarregar a bateria. Para Fernandes, é importante verificar a parte elétrica do veículo antes de instalar acessórios não-originais. “O alternador também tem de se adequar à nova demanda. Não adianta colocar bateria mais forte sem saber se o alternador está adequado”, explica.

Cuidados – Para que durem cerca de três ou quatro anos, as baterias precisam de alguns cuidados. Bernardo afirma que uma das dicas é usar o veículo com freqüência, já que o alternador recarrega a bateria. Se, no inverno, houver dificuldades para dar partida, principalmente nos movidos a álcool, deve-se esperar pelo menos 10 segundos entre uma tentativa e outra. “No caso de o carro não pegar, não se deve tentar fazê-lo pegar no tranco, pois isso pode prejudicar outros componentes. É melhor fazer uma transferência de carga de uma bateria para outra (chupeta).”

Fernandes aconselha que, se o veículo ficar estacionado por período acima de uma semana, que o alarme seja desligado (considerando o original de fábrica, já que outros podem descarregar o componente em menos tempo). Para períodos acima de duas semanas, o ideal é desconectar a bateria.

Bernardo recomenda ainda que seja feita uma revisão periódica, a cada seis meses, no componente. Também é preciso verificar periodicamente o alternador e o regulador de voltagem, para checar se há fuga de corrente ou carga em excesso. Altas temperaturas internas diminuem a durabilidade do componente. “Elas aceleram a evaporação do eletrólito. A bateria é feita para rodar com temperatura média de 65 graus, com picos de até 75 graus”, explica Fernandes.

As baterias que requerem água, ao contrário das seladas, precisam de manutenção. É necessário complementar com água destilada até o nível indicado, não colocando água em excesso, o que pode oxidar as peças.

 

AMORTECEDORES...
Ao contrário do que se pensa, os amortecedores não absorvem aquela pancada que você ouve quando passa por um buraco...

AMORTECEDORES

Os amortecedores são mais importantes do que se imagina

Ao contrário do que se pensa, os amortecedores não absorvem aquela pancada que você ouve quando passa por um buraco. Este trabalho é das molas. Mas eles têm um papel fundamental na segurança do veículo

Se o sistema de suspensão só tivesse molas, o conforto seria péssimo. Os amortecedores existem para diminuir as vibrações causadas pelas molas. Um amortecedor sem pressão acaba forçando a mola, por isso, um depende do outro. Um teste simples para verificar se os amortecedores estão atuando de forma correta é pressionar o carro para baixo e analisar se ele vai subir de uma vez e parar. Se o carro ficar balançando mais de uma vez é sinal de que os amortecedores estão desgastados.


A mola helicoidal segura o carro funcionando como um elemento elástico. Uma mola quebrada deixa o carro "bobo" e pode comprometer seriamente outros setores como, por exemplo, os amortecedores. Na verdade, cabe ao amortecedor controlar as ações dinâmicas executadas pelas molas. Ou seja, ele não deve impedir ou dificultar a compressão e extensão das molas, mas evitar que a estabilidade do veículo seja alterada pela repetição dos movimentos da mola. O controle do amortecedor é exercido tanto na compressão como na distensão da mola.

Numa estrada em bom estado de conservação, os amortecedores se comprimem em média de 2 625 vezes a cada quilômetro.

Quando trocar?

Se o carro não passar no teste de balanço com as mãos, não vá na onda dos fabricantes que colocam prazos para a troca em determinada quilometragem. Pois, amortecedores gastos podem levar o veículo a diminuir o contato com o solo, afetando tanto o controle de direção quanto a frenagem. Logo, amortecedores gastos podem levar o carro a: perder a estabilidade em curvas, ocasionar balanços excessivos depois de freadas e arrancadas, além de aumentar o desgaste dos componentes da suspensão e dos pneus.

Um automóvel com apenas um amortecedor 50% gasto, pode aumentar a distância de frenagem em 2 metros. Com quatro amortecedores 50% gastos, o carro fica sujeito a aquaplanar a 81 km/h mais do que o mesmo veículo com amortecedores em boas condições.

SEU CARRO SEMPRE EM DIA
Curtas dicas para seu carro rodar sempre com segurança

SEU CARRO SEMPRE EM DIA


DE OLHO NO MOTOR

A emissão de fumaça azulada pelo escapamento, aliado ao alto consumo de óleo, pode ser sinais fáceis de que o motor precisa de retifica total ou parcial (já que a causo pode ser apenas um cabeçote em mau estado). Já a queimo de óleo excessiva, sozinha, pode significar apenas um vazamento.

APENAS DOIS PNEUS NOVOS

Se você tiver de trocar apenas dois pneus, por desgaste, por exemplo, prefira concentrar as peças novas nas rodas dianteiras, pois são elas que ajudam a direcionar o veículo. Esse conselho ainda é mais precioso paro veículos com tração dianteiro, que exige mais dessas rocas.

US$ 10 BILHÕES
Esse é o montante que o Brasil joga elo ralo todos os anos, com a violência do trânsito - também responsável por 40 mil mortes.

MENTIRA TEM PERNAS CURTAS

As entrevistas que os corretores de seguros fazem quando você contrata urna apólice são, na verdade, uma declaração de risco - que pode aumentar ou diminuir a valor que você paga pelo serviço. Por isso seja sincero (a mentira pode simplesmente suspender o seu direito em caso de sinistro. Mas há situações que ajudam o diminuir o valor que você paga pelo seguro: quando o carro permanece em garagem em casa e no trabalho, quando é dirigido apenas por um motorista (ao menos por 80% do tempo, se roda pouco na estrada ou ainda! se você costuma usar estacionamento. Para checar esta ultima. algumas companhias, como a Porto Seguro e a Marítima, já oferecem conventos com redes de estacionamento, com descontos polpudos.


NA HORA DA CHUVA

O maior perigo que se enfrenta durante uma chuva forte é o de aquaplanar. Ou seja: um fino lençol de água se forma sobre o asfalto, eliminando o contato do pneu com a superfície de asfalto. Assim, o veículo patina, sem qualquer chance de controle para o motorista. Isso pode acontecer em qualquer velocidade, mas nas baixas há alguma chance de se parar o veículo.


DOS CINTOS

Após uma freada muito forte, em que o cinto é exigido para segurar o corpo dos ocupantes do carro naquele momento, é necessário fazer uma revisão. Isso porque o mecanismo é projetado para suportar o esforço limite apenas uma vez. Depois disso, ele perde sua eficiência.

CUIDADO COM O PÉ BOBO

Fique atento a como você deixa seu pé esquerdo enquanto você dirige. Isso porque, quase sem perceber, muitos motoristas deixam o pé apoiado no pedal do embreagem, deixando-a levemente pressionada. Isso encurta em quase um terço a vida do equipamento.

PESO DEMAIS...

Evite carregar demais o seu veículo em viagens, pois, além de aumentar o consumo de combustível, faz com que a suspensão sofra um desgaste desnecessário.

CINTOS DA VERDADE

Você sabia que as etiquetas dos cintos de segurança trazem sua data de fabricação? Se essa data for muito diferente da exibida pelo documento do carro, desconfie: ele pode ser um dublê (ou clone, cabrito...).

 

EDUCAÇÃO AO VOLANTE MELHORA O TRANSITO
Muitas vezes, nos tornamos mal educados e violentos quando estamos ao volante. Veja abaixo algumas situaçôes em que podemos usar nosso bom senso para melhorar nossa vida nas ruas.

EDUCAÇÃO AO VOLANTE MELHORA O TRANSITO


Muitas vezes, nos tornamos mal educados e violentos quando estamos ao volante. Veja abaixo algumas situaçôes em que podemos usar nosso bom senso para melhorar nossa tida nas ruas.

Estamos trafegando normalmente, num horário de trânsito normal, não muito pesado. Guardamos uma distância razoável do carro da frente. O bastante para que um motorista à nosso direita dê sinal pedindo para mudar de faixa. Automaticamente, sem nos darmos conta, pisamos no acelerador, fechando o caminho. Não, não quer dizer que sejamos pessoas ruins. Mas estamos perdendo para o estresse, para o medo da violência. Porém, nós mesmos nos tornamos agentes dessa violência. Há algum componente do comportamento humano que faz com que vejamos competição
em absolutamente tudo. Como nesse exemplo. Que mal faz, alguém fazer com que você chegue dois segundos depois no seu destino? Precisamos, na verdade, praticar a paciência, dirigir de forma consciente, ouvindo música de qualidade, não muito agitada, num volume razoável (isso ajuda a relaxar). Tudo para que tenhamos com os outros o mesmo comportamento que esperamos que os outros tenham conosco. Veja mais alguns casos típicos de comportamento estressante nas ruas.

TRAVESSIA DE PEDESTRES:
Tudo bem que ele começou a atravessar faixa quando o sinal já estava fechando para ele (e, quando a luz ficar verde, o incauto vai estar justamente na frente do SEU carro). não é justificativa para que você jogue seu carro em cima do pede~ O fechar cruzamentos: se o trânsito está parado, qual a vantagem você ficar atravessado no meio do cruzamento?

ULTRAPASSAGENS:
Basta alguém pedir passagem (numa rua ou na estrada) para que, imediatamente, o pé pese um pouco mais no acelerador. Má notícia: mesmo que você chegue na frente, não há prêmio nenhum para o vencedor. Aliás, vencedor do quê?

REVIDAR UM SINAL DE LUZ:
O sujeito atrás de você jogou uma luz a ou buzinou atrás de você. Tudo bem, pode ficar irritado. Porém, não queira revidar. Mesmo que o indivíduo esteja errado, esteja passando do limite de velocidade, seja um louco babando no seu cangote, deixe ele passar SEM REVIDAR. Infelizmente, na sabemos quem pode ou não estar armado e, como muitos histórias que ouvimos, pode se enfurecer com uma reação dessas.


ESTACIONAR EM FILA DUPLA:
Se você detesta perder tempo ficando parado enquanto alguém que se julga dono da rua pára em fila dupla (ou de outro modo a atrapalhar o trânsito), que tal pensar nisso antes de fazer o mesmo?

COLAR NA TRASEIRA:
Se alguma vez você sinalizou que iria estacionar numa vaga na rua, mas mesmo assim o motorista que vinha atrás fez questão de grudar na sua traseira, dificultando (quando não impossibilitando) a manobra, já sabe quais os nomes que pode ouvir, casa resolva agir da mesma maneira...

 

NÃO DEIXE O TRÂNSITO AFETAR SUA MENTE
Se há dias em que nem você mesmo se reconhece quando está ao volante. É melhor começar a prestar mais atenção à sua saúde...

NÃO DEIXE O TRÂNSITO AFETAR SUA MENTE

Se há dias em que nem você mesmo se reconhece quando está ao volante. É melhor começar a prestar mais atenção à sua saúde...

 

Você saiu de casa atrasado, ou está em cima da hora para o cineminha depois do expediente. Nessas horas, o trânsito sempre parece estar “pior do que nunca È difícil manter a paciência, principalmente se seu estoque de bom humor já estiver “na reserva”. Coisas que, numa situação normal, não o afetariam, nessas horas são capazes de transformar você num verdadeiro monstro... Respiração mais forte, começa o suor, a musculatura fica rígida e uma verdadeira descarga de adrenalina invade o organismo. O risco dessa situação, além do comportamento anti-social ou de um pequeno ocidente, é colocar sua saúde em jogo. “Às pessoas reagem diferentemente diante das situações do trânsito”, afirma o psicólogo Antonio José Fajardo Amoral, também especialista em educação e segurança no trânsito em seu artigo Avaliação do Estresse do Motorista. “Normas, regras e punições aplicadas a pessoas diferentes nem sempre surtem o efeito desejado, sendo eficazes para alguns e não para outros”, explica Fajardo. “É o estado físico e psicológico de cada um interferindo nas reações frente a um mesmo estímulo.” Ou seja:
é o tal do estresse, cuja pressão descarregamos pela válvula de escape chamada trânsito.

 

ACIDENTES CUSTAM R$ 5,3 BILHÕES POR ANO AO PAÍS
Pesquisa do Ipea refere-se só a áreas urbanas; faltam fiscalização e punição

ACIDENTES CUSTAM R$ 5,3 BILHÕES POR ANO AO PAÍS


Pesquisa do Ipea refere-se só a áreas urbanas; faltam fiscalização e punição


LÍGIA FORMENTI

BRASÍLIA - Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada revela o impacto provocado pelos acidentes de trânsito na vida e no bolso dos brasileiros. Só nas áreas urbanas, o País gasta R$ 5,3 bilhões anuais.

"São números assustadores, que mostram a necessidade de novas políticas públicas para combater o problema", afirmou o presidente do Ipea, Glauco Arbix.

O trabalho, pela primeira vez feito no País, avaliou dados de 49 aglomerações urbanas. São grandes centros, que reúnem 380 municípios e 62% da frota brasileira. Em todas, o custo anual provocado pelos acidentes foi de R$ 3,6 bilhões. Se avaliada a área urbana de todo o País, o valor chega a R$ 5,3 bilhões.

Para fazer o cálculo dos custos, foram considerados desde impacto familiar, danos à sinalização de trânsito e de atendimento policial até perda de produção, danos a veículos e atendimento médico hospitalar. Os acidentes com vítimas são os que mais dão despesas: 69%, ou cerca de R$ 2,5 bilhões. Esse tipo de acidente, no entanto, é o menos freqüente: corresponde a 14% de todas as ocorrências. Para os autores do estudo, o dado revela a necessidade de se concentrar esforços na prevenção dessa forma de acidente.

Embora representem 10% da frota de veículos, as motos foram responsáveis por 19% dos custos totais com acidentes. A explicação está no grande número de acidentes com vítimas, que envolvem gastos maiores. A pesquisa demonstrou que, dos acidentes que envolviam automóveis, de 6% a 7% eram com vítimas. O índice chega a 61% e 82% no caso de motos.

Para pesquisadores, os percentuais demonstram a necessidade de um trabalho específico para o setor, principalmente porque a frota de motos é a que mais cresce no País.

A pesquisa apontou ainda que 9,1 pedestres num grupo de mil foram vítimas de quedas nas vias públicas, acarretando um custo médio, por acidente de R$ 2.656. O número de casos é pequeno, mas tem impacto importante nos custos.

Algo que seria evitado com ações públicas simples, como a retirada de obstruções nas calçadas.

Dados - O trabalho mostra ser importante melhorar as informações sobre acidentes de trânsito. Tanto para captação de dados como para controle da qualidade deles.

O diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Ailton Brasiliense Pires, admite que o sistema de informação é precário. Para combater os acidentes, que ele classifica como "massacre", a primeira providência é investir na fiscalização. "Temos um Código de Trânsito Brasileiro bem feito, mas a fiscalização e a punição são falhas."

A melhora desse sistema, diz, só será possível com maior participação de municípios e Estados. Pires afirma que está em estudo a realização, no segundo semestre, de uma campanha de conscientização do motorista. O enfoque será excesso de velocidade, associação de álcool e direção, desrespeito ao sinal vermelho e direitos e deveres do motociclista.

A média de 600 atendimentos a acidentes de trânsito no mês, mostra bem o que ocorre no Hospital das Clínicas, em São Paulo, que participou da pesquisa.

Embora a maioria sejam casos leves, a rotina do hospital seria bem diferente sem eles, segundo a fisiatra Júlia Greve, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC. "Essas cenas que a gente vê nos filmes mostrando a rotina de um hospital que atende vítimas de acidentes são parecidas às que vemos diariamente."

Júlia, que organizou o estudo no HC, aponta o atendimento emergencial e as internações como os principais gastos para os hospitais. "Na maioria dos casos o paciente vai embora sem internação, mas há aí um gasto, equipe, material", diz a médica. "Se não tivéssemos de gastar tanto com isso, poderíamos utilizá-lo em outros trabalhos."

Investimento em política pública de prevenção seria uma das iniciativas mais eficazes para reverter os números, na opinião da médica. Para Júlia, os motoristas não respeitam leis básicas de trânsito. "Há um código bem elaborado, mas precisa ser colocado em prática. Fico indignada quando vejo as pessoas fazendo barbaridades no trânsito, sem respeitar a vida", diz Júlia, que nunca bateu o carro. (Colaborou Bárbara Souza)


O PERCENTUAL DE ÁLCOOL MISTURADO A GASOLINA VAI MUDAR (MAIS UMA VEZ)

O PERCENTUAL DE ÁLCOOL MISTURADO A GASOLINA VAI MUDAR (MAIS UMA VEZ)

Com a recuperação dos estoques de álcool no país, a volta de 20% para 25% do percentual de álcool anidro misturado à gasolina pode ser antecipada de junho para maio. A notícia, do ponto de vista econômico, é ótima. Porém, mais uma vez, quem sofre é o motor de seu carro. Com essas mudanças constantes, não há regulagem que garanta um rendimento ideal...

 

DIREÇÃO DEFENSIVA
Um motorista na defensiva é aquele que dirige tomando em consideração a falta de habilidade e de conhecimentos do "outro motorista", é o que...

DIREÇÃO DEFENSIVA

É a forma de dirigir, de modo a se evitar acidentes de trânsito.

O QUE É DIRIGIR NA DEFENSIVA
Um motorista na defensiva é aquele que dirige tomando em consideração a falta de habilidade e de conhecimentos do "outro motorista", é o que reconhece não possuir nenhum domínio sobre as ações imprevisíveis de outros motoristas, dos pedestres, nem sobre as condições do tempo e das vias públicas, e que, portanto, desenvolve várias práticas defensivas, evitando ou reduzindo a possibilidade de ser envolvido em acidentes de trânsito. A direção consciente, a utilização da legislação, de conhecimentos técnicos e de ações corretamente condicionadas, desenvolvem o hábito de dirigir na defensiva, evitando acidentes. Em resumo, o motorista defensivo dirige com educação, eficiência e segurança

PREVENTIVA
É quando o condutor desde o momento que assume a direção de um veículo, avalia suas condições física e mental, as condições da via, do veículo, do tempo, evitando acidentes ao trafegar com as devidas margens de segurança. Dirigindo preventivamente, o condutor consegue observar, prever e reagir no tempo certo e de acordo com as condições do trabalho.

CORRETIVA
É a reação do condutor, através de ações corretamente condicionadas, ao se defrontrar com uma situação de emergência ou perigo, a fim de evitar acidentes.

Exemplo:
Retirar o pé do acelerador para controlar uma derrapagem;
Aliviar o pé sobre o freio para controlar um travamento de roda;
Movimentar levemente a direção para controlar uma aquaplanagem.

 

Faça do ar-condicionado um bom aliado
Houve um tempo em que o ar condicionado era apenas para refrescar o ar dentro do veículo nos dias mais quentes. E era coisa de “carrão”, inacessível para a maioria dos motoristas mortais

Faça do ar-condicionado um bom aliado

Houve um tempo em que o ar condicionado era apenas para refrescar o ar dentro do veículo nos dias mais quentes. E era coisa de “carrão”, inacessível para a maioria dos motoristas mortais.
Durante um tempo, virou vilão, quando usava o gás R12, nocivo a camada de ozônio. Hoje, utiliza hidrofluorcarbono ou o R134, ecologicamente corretos.
Para os que acusavam o equipamento de “roubar potência” e colocar os ocupantes do veículo em perigo numa situação que exija agilidade do motor, como em uma ultrapassagem, a tecnologia tem uma resposta: os novos aparelhos são inteligentes e, ao identificar uma aceleração súbita, interpretam que é preciso liberar potência e, temporariamente, cortam o ar-condicionado.
Ao se tornar mais acessível e ser oferecido como item de série em muitos veículos, ele ganhou novas utilidades. Sim, ele ainda deixa o interior do carro mais fresquinho, mais atua como uma proteção nas ruas violentas das nossas metrópoles.
Afinal, não dá mais para circular por aí com as janelas abertas. Assim, ligar o ar-condicionado acaba se tornando tão automático e imediato como colocar o cinto de segurança. Cuidar bem dele só trará benefícios. A você e ao seu carro.
Aí vão umas dicas:
Mesmo durante o inverno, ligue o ar-condicionado ao menos uma vez por mês, durante cinco minutos. Isso lubrifica as peças e evita o desgaste prematuro do sistema.
Em dias de chuva, ligue-o para acelerar o desembaçamento dos vidros, já que ele diminui a umidade dentro do veículo.
Não abra os vidros com o aparelho ligado: isso aumenta o consumo de combustível.
Em condições normais, o gás se mantém dentro da tubulação. Portanto, não há necessidade de recarregá-lo periodicamente. Se isso ocorrer, é preciso rever todo o sistema, pois certamente há vazamento.

ÁLCOOL X TRÂNSITO
Álcool e direção.

ÁLCOOL X TRÂNSITO

Álcool e direção foi o tema da Semana Nacional de Trânsito.

É inacreditável, mas pessoas que nós consideramos inteligentes, estudadas e preparadas relutam em aceitar que o álcool prejudica o ato de dirigir um veículo, mas os números estão ai, e os que envolvem o álcool com relação aos acidentes de trânsito são assustadores.

Para que você tenha idéia, mais de 50% das mortes ocorridas em acidentes de trânsito estão relacionadas com álcool. Seja motorista, seja passageiro ou seja pedestre.

Pelo novo código de trânsito, o máximo de álcool existente no sangue para poder dirigir, não pode ultrapassar 0,6 g/l. Isto corresponde, mais ou menos, a ingerir 2 doses de destilados (Whisky, pinga, vodka etc.), 2 cálices de vinho ou 2 latas de cerveja.

 

DESBLOQUEIO AUTOMÁTICO QUER MELHORAR A IMAGEM DO DETRAN DE SÃO PAULO
"Esse novo sistema é cem por cento seguro". Essa afirmação, feita pelo Dr. José Brandini Júnior, da Assistência Técnica do Detran/SP, refere-se ao sistema de desbloqueio automático de multas,

 

DESBLOQUEIO AUTOMÁTICO QUER MELHORAR A IMAGEM DO DETRAN DE SÃO PAULO

"Esse novo sistema é cem por cento seguro". Essa afirmação, feita pelo Dr. José Brandini Júnior, da Assistência Técnica do Detran/SP, refere-se ao sistema de desbloqueio automático de multas, que entrou em vigor no dia 3 de abril.

A implantação desse novo serviço em todo o estado, permitiu a eliminação definitiva do desbloqueio manual de débitos. O acesso ao novo sistema é feito nas agências bancárias; ao digitar o código do Renavam, o despachante obtém todos os valores pendentes do veículo: IPVA dos últimos 5 anos, DPVAT, Multas (até 15) federais, estaduais e municipais, Taxa de Licenciamento e Taxa de transferência (se for o caso).

Segundo Brandini, esse sistema, tecnicamente chamado de critptográfico e desenvolvido por técnicos da universidade de São Paulo (USP), tem como objetivo básico eliminar a evasão de tributos, reduzir filas e modificar a imagem do Detran/SP perante a opinião pública, além de modernizar o trabalho oferecido pelo órgão.

 

Como Funciona o Sistema

O sistema criptográfico é uma combinação de códigos; contém 64 caracteres alfanuméricos com todos os dados referentes ao pagamento feito no banco. O comprovante diz respeito a: tipo de pagamento, valor, nº do Renavam, data de pagamento, nº do banco e código de autenticação digital.

Somente o computador poderá fazer a leitura desses caracteres, o que elimina qualquer risco de fraudes, de acordo com Brandini. Os caracteres foram constituídos através de "códigos-chaves", os quais serão trocados a cada seis meses, para se evitar quaisquer tentativas de codificação.

Para se ter idéia de sua eficiência, foram reduzidas em mais de 90% as senhas de acesso ao desbloqueio. Também foi redobrado o cuidado com os "desbloqueios judiciais" ordenados pelo judiciário, controlados num livro especial pelas Ciretrans e pelo Detran.

 

PENALIDADES: até onde educam o motorista?
A educação no trânsito é peça fundamental no cumprimento de um Código moderno, que atenda a população de forma transparente, que não saiba apenas punir, mas que defenda...

PENALIDADES: Até onde educam o motorista?

 

"A educação no trânsito é peça fundamental no cumprimento de um Código moderno, que atenda a população de forma transparente, que não saiba apenas punir, mas que defenda os direitos dos cidadãos. Isso se faz reeducando os motoristas e neducando jovens e crianças que serão condutores de veículos no futuro.

Só para se ter uma idéia de como o processo de reeducação no trânsito é complexo, a Polícia Militar registrou, na cidade de São Paulo, um aumento de 17% de acidentes com vítimas em 1999, índice comparado ao ano anterior. Em 1998, as colisões com vítimas caíram de 23.600 par 23.108 ocorrências. Em 99, esse índice chegou a 27.097 casos, sendo que a frota de veículos cresceu apenas 3% no período.

Com relação às infrações, em todo o estado existem 30 mil motoristas pendurados com 20 pontos ou mais que podem ter as carteiras de habilitações suspensas pelo Detran.
Isto significa que o Código de Trânsito Brasileiro inibiu os motoristas em 98 e neste ano voltou a gerar "vilões" e "vítimas".

O que temos então é a necessidade permanente de o governo utilizar-se de novas campanhas na mídia, com recursos advindos dos pagamentos da aplicação de multas, a fim de que possa mostrar aos motoristas que o CTB veio para ficar e é um instrumento legítimo de segurança no trânsito. Por outro lado, é preciso criar, com urgência, projetos que, aplicados em sala de aula, possam educar de maneira adequada os futuros motoristas.

 

DO CAPÍTULO PENALIDADES

Art.267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como a mais educativa.
O disposto neste artigo aplica-se igualmente aos pedestres, podendo a multa ser transformada na participação do infrator em cursos de segurança viária, a critério da autoridade de trânsito.
Art.268 - O infrator será submetido a curso de reciclagem, na forma estabelecida pelo Contran.